Histórico

A relação do Brasil com os recursos do solo remonta ao início de sua história como colônia de Portugal, em que a estrutura agrária fundada no latifúndio estava vinculada às linhas gerais do sistema. Se inicialmente esta dependência estava ligada a uma atividade puramente extrativista, depois ela ensejou uma sucessão de projetos de monocultura.

Com a explosão da urbanização do país e o desenvolvimento industrial, a partir da década de 1940 surgiram novas áreas agrícolas, que se espalharam também devido aos avanços tecnológicos que permitiram a exploração agrária em terrenos anteriormente considerados inapropriados. Esse avanço dos recursos tecnológicos da agricultura intensificou-se, no Brasil, a partir da década 1970. O crescimento acelerado da população e da renda per capita e a abertura para o mercado externo mostravam que, sem investimentos em ciências agrárias, o país não conseguiria reduzir o diferencial entre o crescimento da demanda e o da oferta de alimentos.

No contexto das reformas realizadas em meio à fase de expansão industrial do chamado "milagre econômico", foi formulado o I Plano Básico de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (PBDCT), com diretrizes de políticas e metas voltadas ao crescimento econômico e social do Brasil. Nesta época, foram criadas diversas instituições de pesquisa e apoio industrial, entre elas a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), em 1973, com o objetivo de viabilizar soluções para o desenvolvimento sustentável do espaço rural, com foco no agronegócio, por meio da geração, adaptação e transferência de conhecimentos e tecnologias.

Seguindo este modelo de desenvolvimento econômico, o III Plano Básico de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - um desdobramento do capítulo de Ciência & Tecnologia do III Plano Nacional de Desenvolvimento (PND) - definiu diretrizes e prioridades para o setor agrícola até o ano de 1985. O plano estimulava a criação de órgãos regionais ou estaduais articulados ao Sistema Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, visando o desenvolvimento de técnicas voltadas à agricultura. Na esteira desses acontecimentos, o Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento incentivou a elaboração de um plano diretor para a agropecuária, pretendendo reduzir a distância tecnológica no setor rural.

Sendo São Paulo o estado de maior concentração de pesquisas e ensino em agropecuária, o Governo do Estado criou então em 1982 o Pró-Agricultura (Projeto Pioneiro de Integração de Recursos Aplicados à Docência e Pesquisa na Agricultura), integrando a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), órgãos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento da 5ª Região Administrativa do Estado e outras instituições da região ligadas ao ensino e pesquisa agropecuária. Em seu artigo 3º, o Pró-Agricultura determinava que a Unicamp deveria adotar os mecanismos necessários para a aplicação do programa, culminando assim com a criação do Cepagri (Centro de Pesquisas Metereológicas Aplicadas à Agricultura) em 1983.

Os avanços tecnológicos, aliados à capacidade do homem de coletar, armazenar e analisar as informações do ambiente, fizeram com que a meteorologia tomasse uma posição de destaque no planejamento e na execução das atividades relacionadas à agricultura. Com o aumento da capacidade de coleta e dados climáticos e o desenvolvimento de produtos e modelos de previsão mais eficazes, têm sido oferecidas à sociedade informações importantes de aspecto climatológico, influenciando também em áreas como o turismo, aviação e defesa civil, a ponto de o exercício de consultar a previsão do tempo se tornar um hábito não só para bolsas de cereais que tentam prever possíveis "sinistros climáticos" , mas também para o cidadão comum (Assad et al, 1988).

A importância das informações agrometeorológicas é ressaltada por publicações como o relatório do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU) , que evidencia o resultado da ação do homem nas mudanças climáticas e no processo de aquecimento global. Após identificar, no início dos anos 90, que 95% das perdas da agricultura brasileira eram causadas por seca ou excesso de chuva , o Ministério da Agricultura implantou o Zoneamento Agrícola do Brasil, que compila estudos de riscos climáticos usados como orientação para a liberação de créditos agrícolas. Analisando os dados pluviométricos e de temperatura, é possível determinar quais impactos um período de seca ou uma temporada mais quente poderão ter na produção agrícola: um aumento entre 1,4°C e 5,8°C na temperatura média do planeta, conforme indicado pelo IPCC, poderia reduzir em até 60% a área favorável para o cultivo de soja no Brasil (Assad et al, 1988).

Existe atualmente, portanto, uma forte tendência da aplicação da informática na agropecuária através do desenvolvimento de sistemas de informações com o objetivo de auxiliar os produtores na tomada de decisões e o governo na definição de políticas para o setor (Zullo Jr., 1995). Com forte atuação neste setor, o Cepagri é hoje referência nacional na utilização de tecnologias de informação e comunicação como ferramentas de apoio para disseminação e compartilhamento de informações para o agricultor brasileiro. A atuação do centro é discutida a seguir.

Evolução das atividades de pesquisa e desenvolvimento tecnológico

As atividades de pesquisa nos primeiros anos de atividade do Centro concentraram-se nas áreas de ecofisiologia de plantas cultivadas e climatologia. Destacam-se os projetos temáticos que realizaram estudos fundamentais sobre fenômenos críticos (como geada, excesso de água e estresse hídrico) para a seringueira, soja, feijão, café e cana-de-açúcar, visando o desenvolvimento de metodologia básica para a definição de áreas aptas e inaptas para o cultivo comercial destas plantas. Este tipo de pesquisa continua sendo realizado no Cepagri, pois serve de base para os trabalhos de Zoneamento Agrícola, Mudanças Climáticas e Previsão de Safras.

Em 1985, o Cepagri adquiriu um sistema de recepção e análise de imagens de satélites meteorológicos, denominado UAI-R, com recursos de projetos de pesquisa. Este sistema era conectado diretamente a uma unidade base, situada no Inpe, em Cachoeira Paulista, que recebia imagens do satélite meteorológico Goes e as transmitia para o Cepagri através de linha de dados da Embratel. O sistema do Cepagri foi um dos nove instalados no Brasil, sendo desativado em 1997 devido ao desligamento do sistema central do Inpe e à evolução da internet no país. O funcionamento deste sistema despertou a atenção da imprensa que começou a consultar o Cepagri para obter informações meteorológicas e climáticas para suas matérias jornalísticas. Com isso, o Centro tornou-se conhecido pela população em geral, que começou a consultá-lo com maior frequência, através de visitas pessoais e telefone, para obter informações meteorológicas e climáticas.

Além da sua utilidade na prestação de serviços, a instalação do sistema UAI-R, em 1985, marcou o início das atividades do Centro em uma de suas principais áreas de atuação: o processamento de imagens de sensoriamento remoto. Pode-se afirmar que o Cepagri foi um dos iniciadores desta linha de pesquisa na Unicamp.

Em 1987, o Cepagri adquiriu o sistema de tratamento de imagens digitais Sitim da Engespaço, através de um projeto de pesquisa submetido à Fapesp por um conjunto de unidades da Unicamp. O Cepagri foi responsável pela operação e manutenção do Sitim durante sua vida útil de seis anos, sendo utilizado por várias unidades da Unicamp e outras externas.

A partir de 1987, iniciou-se a elaboração de um boletim diário de previsão do tempo para o Estado de São Paulo, com ênfase na região de Campinas. Este boletim foi enviado por vários anos, diariamente, por fax, para mais de 60 instituições distintas, incluindo órgãos de imprensa, cooperativas agrícolas, departamentos de defesa civil, prefeituras e empresas privadas. Ressalta-se que a defesa civil sempre foi um dos principais usuários e parceiros dos serviços prestados pelo Centro. Além da divulgação via fax, o boletim sempre foi bastante consultado através de telefone e visita pessoal.

Em 1990, o Cepagri recebeu um espectroradiômetro e uma esfera integradora que impulsionoram as pesquisas em sensoriamento remoto e processamento de imagens de satélite no Cepagri e na Unicamp, de modo geral. Ressalta-se que outros equipamentos de radiometria foram adquiridos e juntados a estes nos anos seguintes, sendo utilizados por outras unidades da Unicamp e por instituições parceiras externas. Nessa mesma época, intensificou-se o intercâmbio com instituições nacionais e estrangeiras de renome na área de geoprocessamento, como o Institut National de la Recherche Agronomique (Inra – França), a Universidade de Valência (Espanha), o Instituto Nacional de Tecnologia Agrícola (Inta – Argentina), o Winand Staring Center (Wageningen, Holanda), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e a Universidade de São Paulo (USP). Esta cooperação materializou-se em um projeto de pesquisa financiado pela Comunidade Européia que durou de 1994 a 1997, ampliou a inserção internacional do Centro e foi importante para impulsionar as atividades de calibração de satélites.

Em dezembro de 1994, o Cepagri recebeu um sistema de recepção e processamento de imagens dos satélites meteorológicos da série AVHRR/NOAA, da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo, com a responsabilidade de apoiar as atividades de previsão e monitoramento meteorológico do Sistema Paulista de Hidrometeorologia (SIHESP), em implantação na época. Este sistema funcionou ininterruptamente até dezembro de 2004 quando foi atualizado por um equipamento mais moderno, adquirido através de recursos de pesquisa. Além do apoio à previsão do tempo, foi possível desenvolver várias pesquisas visando a utilização das imagens dos satélites AVHRR/NOAA na agricultura, especialmente no monitoramento de safras agrícolas. As imagens recebidas desde abril de 1995 estão armazenadas no Centro, constituindo-se em um dos principais bancos de imagens desta família de satélites no Brasil.

Em 16/05/1995, 16 dias após a entrada em operação da internet comercial do Brasil (em 01/05/1995), o Cepagri lançou sua página na internet, no endereço http://www.cpa.unicamp.br, com vários serviços à disposição para acesso livre ao público, tais como: boletim de previsão do tempo, imagens de satélites, dados meteorológicos e climáticos, aconselhamento agrometeorológico e zoneamento agrícola. A página do Cepagri foi um dos primeiros serviços do gênero na internet brasileira, com um número crescente de acessos, que supera a média diária de 6.000, atualmente.

Em 2001, foi iniciado um projeto de pesquisa em conjunto com a Embrapa Informática Agropecuária que resultou no desenvolvimento do sistema de monitoramento agrometeorológico Agritempo (http://www.agritempo.gov.br), lançado em 2004. O serviço prestado pelo Agritempo tem abrangência nacional e tornou-se o sistema oficial de monitoramento agrometeorológico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), em julho de 2006.

A prestação de serviços através da internet ampliou o número de usuários e interessados nas áreas de meteorologia e climatologia, aumentando as consultas através de correio eletrônico, telefone e contato pessoal ao Cepagri. Tem-se observado ao longo dos anos, um aumento no número de órgãos de imprensa locais que, a exemplo das redes nacionais e regionais, consultam o Centro em busca de dados e informações para as suas matérias jornalísticas. Ressalta-se que o Cepagri sempre considerou o atendimento ao público uma forma de prestação de serviços úteis à sociedade e uma oportunidade de identificar novas parcerias e linhas de pesquisa, principalmente na área agrícola, através da interação com os usuários efetivos da meteorologia e climatologia.

Em 1996, o Cepagri começou a participar do Programa de Zoneamento Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) na coordenação pelo Estado de São Paulo. Este programa é responsável pela definição das áreas e datas de plantio utilizadas na concessão do crédito agrícola e do seguro rural e tem sido de grande importância no aumento da produtividade e na redução das perdas da agricultura brasileira. A participação neste Programa tem permitido ao Centro atuar ativamente na política agrícola do país.

Em 2001, o Cepagri mudou-se para o prédio da Embrapa Informática Agropecuária, localizado no campus da Unicamp, em decorrência da longa parceria existente entre as duas instituições, materializada por projetos de pesquisa desenvolvidos em conjunto e por programas de pós-graduação e pós-doutorado de pesquisadores da Embrapa realizados no Centro. Um dos primeiros trabalhos em conjunto existentes entre o Cepagri e Embrapa Informática Agropecuária, além do Agritempo, foi um projeto financiado pelo CT-HIDRO/CNPq sobre os impactos das mudanças climáticas no zoneamento de riscos climáticos das principais culturas agrícolas do país. A partir desse projeto, outros sobre o mesmo tema foram desenvolvidos, colocando o Centro como referência nacional e internacional sobre os impactos das mudanças climáticas na agricultura tropical.

Em 2005, o Cepagri organizou o XIV Congresso Brasileiro de Agrometeorologia , em conjunto com a Embrapa Informática Agropecuária, a Sociedade Brasileira de Agrometeorologia (SBAGRO) e a Faculdade de Engenharia Agrícola (Feagri. Além do XIV CBAGRO, foi organizado, na semana anterior, um evento internacional no âmbito do Mercosul, promovido pela Organização Meteorológico Mundial (OMM), sobre Previsão Climática. Ressalta-se que um dos pesquisadores efetivos do Cepagri participou do Grupo de Especialistas em Tempo, Clima e Agricultura da Comissão de Agrometeorologia da OMM, representando a América do Sul, em 2004.

Os pesquisadores do Cepagri têm tido uma participação ativa na formação de pessoal qualificado nas suas áreas de atuação. Esta formação tem sido realizada através das seguintes ações principais: a) Participação efetiva de estudantes nos projetos de pesquisa desenvolvidos no Centro; b) Cursos oferecidos, principalmente em nível de pós-graduação; c) Palestras ministradas em disciplinas de graduação e pós-graduação; d) Orientação de trabalhos de graduação e pós-graduação; e) Atendimento pessoal; f) Participação em bancas de conclusão de trabalhos de graduação e pós-graduação. Os estudantes envolvidos nestas atividades são de vários níveis (desde iniciação científica até doutorado) e provenientes de várias unidades da Unicamp (tais como IB, IC, IFGW, IG, IMECC e Feagri, por exemplo) e de instituições externas (tais como Esalq/USP, Puccamp, UFSCAR e Inpe, por exemplo). A partir de 2001, o Cepagri começou a receber pesquisadores de outras instituições para a realização de programas de pós-doutorado no Centro.

Sistema de Monitoramento Agrometeorológico – Agritempo

Uma iniciativa conjunta da Embrapa Informática Agropecuária, Cepagri/ Unicamp e CPTEC/INPE resultou no website "Meteorologia para Agricultura". Esta página apresenta diversos produtos meteorológicos e agrometeorológicos que foram desenvolvidos no CPTEC e/ou por outras instituições colaboradoras.

Caracterizado como um sistema de informações de base web, o Agritempo oferece dados e produtos meteorológicos gratuitamente na Internet, visando atender aos diferentes atores do setor agropecuário como produtores, cooperativas, empresas privadas, órgãos governamentais e institutos públicos de pesquisa agrícola.

O Agritempo é um sistema de informações de base web que disponibiliza gratuitamente na Internet dados, informações e produtos agrometeorológicos visando atender a diferentes públicos (produtores, cooperativas e associações, institutos de pesquisa, empresas e organismos governamentais).

O sistema permite aos usuários o acesso on-line de informações que lhes possibilitam conhecer previamente as condições de clima e tempo, proporcionando maior precisão e racionalidade às decisões agrícolas e reduzindo as incertezas associadas às atividades de preparo do solo, plantio, utilização de defensivos agrícolas, colheita e armazenagem de produtos, entre outras.

Programa Fapesp de Mudanças Climáticas Globais

Entre 2010 e 2014, Cepagri coordenou grupo de pesquisas constituído de 10 núcleos temáticos de pesquisadores que estudaram a adaptação do sistema agrícola brasileiro, em especial a produção da cana-de-açúcar, às mudanças climáticas em curso no planeta.

Núcleos temáticos: Climatologia, Políticas Públicas, Saúde, Modelagem, Divulgação Científica, Agricultura, Geo-Tecnologia, Engenharia Genética, Segura Alimentar, Demografia.

Inovação Tecnológica

CEPAGRI

Criado com a finalidade de desenvolver atividades relacionadas especificamente com a agricultura, as atividades do CEPAGRI começaram a ser direcionadas para uma área deficiente de informações no país: a agrometeorologia, que se relaciona com o desenvolvimento da agropecuária com relação ao tempo e clima. Estudos fundamentais sobre fenômenos críticos como geada, excesso de água e estresse hídrico para as plantas foram desenvolvidos como metodologia básica para a definição de áreas aptas ou inaptas para cultivos comerciais de plantas agrícolas. Paralelamente, começaram os estudos sobre Sistemas Geográficos de Informações e Sensoriamento Remoto através de satélites de observação terrestre, áreas em que o CEPAGRI é, hoje, referência nacional e, muitas vezes, internacional.

Na área operacional, o CEPAGRI atende as necessidades da população no que se refere ao Turismo, Defesa Civil e Transportes, fornecendo dados e informações, diariamente, a instituições oficiais e imprensa.

Áreas de Pesquisa

As principais áreas de pesquisa do CEPAGRI, atualmente, são a agrometeorologia, o sensoriamento remoto aplicado à agricultura e a ecofisiologia. Como exemplo de pesquisa aplicada, cita-se o Zoneamento Agrícola do Estado de São Paulo, que define as áreas aptas para as principais culturas comerciais, sendo utilizado para fins de financiamento agrícola e seguro rural. O CEPAGRI concentra um banco de dados contendo as informações nacionais sobre o assunto, como parte de um convênio existente com a EMBRAPA e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, visando a criação de um sistema nacional de monitoramento agrícola. O CEPAGRI tem estabelecido parcerias e convênios com várias instituições nacionais e internacionais. Através destas parcerias e convênios tem captado recursos necessários para a condução de suas atividades de pesquisa e extensão, que tem sido, em média, da ordem de R$ 200.000.00 por ano.

Internet

A página do CEPAGRI na internet é uma das primeiras do gênero no país. Funciona ininterruptamente desde maio de 1995 e contém informações, dados e imagens relacionados com a meteorologia e climatologia. Trata-se de um dos serviços mais antigos nas áreas de meteorologia e climatologia aplicadas à agricultura do hemisfério sul e que serviu de base para a criação do Sistema de Monitoramento Agrometeorológico Agritempo , juntamente com a Embrapa em 2003, que presta serviços a todos os estados do país.

As previsões meteorológicas e climáticas, cada vez mais precisas no Brasil, são crescentemente levadas em consideração nas decisões de plantio dos agricultores e também em outras decisões importantes como irrigação, colheita, aplicação de defensivos e manejo do solo. Dessa forma, a internet configura-se como um dos principais meios de acesso às informações colocadas à disposição gratuitamente na forma de mapas, gráficos, tabelas e textos de recomendação.





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CEPAGRI
Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura

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